Hipertens�£o arterial em adolescentes escolares de S�£o Jos�© do Rio Preto: preval�ªncia e fatores de risco.
Abstract (Summary)
l em adolescentes ainda Ã?© controversa com taxas variando entre 1% a 10%. Com o objetivo de levantar a prevalÃ?ªncia da mesma e os fatores de risco a eles associados, foram avaliados 5.174 adolescentes, de 13 a 17 anos, estudantes de escolas pÃ?ºblicas e particulares de SÃ?£o JosÃ?© do Rio Preto, cidade de 350.000 habitantes. Uma semana antes da primeira visita distribuiu-se um questionÃ?¡rio, e um termo de consentimento informado, para ser respondido e assinado pelos pais. Na primeira visita avaliou-se a pressÃ?£o arterial, pesou-se, mediu-se e recolheu-se o questionÃ?¡rio e o termo de consentimento. A pressÃ?£o arterial foi aferida com a metodologia da segunda ForÃ?§a Tarefa americana, de 1987, atualizada e publicada em 1996. Os adolescentes com a pressÃ?£o arterial igual ou acima do percentil 95 para a idade, altura e sexo foram chamados para a segunda e terceira avaliaÃ?§Ã?£o no consultÃ?³rio do examinador. Aquele com pressÃ?£o arterial aumentada na primeira visita e, em apenas mais uma, foi considerado hipertensÃ?£o lÃ?¡bil enquanto que o outro com trÃ?ªs valores aumentados foi considerado hipertenso. Encontraram 0,7% (35) indivÃ?Âduos hipertensos (30 com hipertensao sistÃ?³lica e 5 com hipertensÃ?£o diastÃ?³lica) e 1,4% (75) dos adolescentes com hipertensao lÃ?¡bÃ?Âl ou do "jaleco branco". Quando a populaÃ?§ao de hipertensos (idade 15 1 ano) foi comparada com os normotensos (idade 15 2 anos) encontrou-se um maior Ã?Ândice de massa corpÃ?³rea (29 6 versus 21 4, p