UMA REVOLUÇÃO DOS DETALHES: A Outridade no cotidiano de comunidades autogestionadas de educação ambiental não-formal e a produção de subjetividade pela percepção do rizoma UMA REVOLUÇÃO DOS DETALHES: A Outridade no cotidiano de comunidades autogestionadas de educação ambiental não-formal e a produção de subjetividade pela percepção do rizoma
Abstract (Summary)
Esta dissertação visa à análise e à compreensão de como e porquê funciona um trabalho de autogestão em comunidades na cidade de Pelotas/RS. Para isso, analisamos alguns valores instituídos e instituintes dessa organização, os quais são produzidos pelo processo de subjetivação. Os sujeitos de pesquisa são pessoas, maioria mulheres, que trabalham com a população há mais de vinte anos, principalmente com questões ligadas à medicina alternativa - plantas medicinais, preparo de medicamentos e saúde comunitária - e à autonomiaprofissional. Para tanto, utilizamos as metodologias da História Oral, da Pesquisa Etnográfica e da Sociopoética como complementares, sendo que a análise dos dados do diário foi realizada segundo elementos da análise textual discursiva. Pormeio do resgate escrito das histórias das comunidades conseguimos contextualizar como esses sujeitos vivem e encaram a realidade em seu processo de autogestão/auto-organização. Através da percepção do rizoma e da narrativada comunidade no presídio compreendemos como ocorre a produção de subjetividade. Percebemos que o que faz com que esse trabalho se perpetue por tanto tempo são os valores construídos pela Outridade no âmbito das três ecologias, construída nas relações de amor como cuidado. De igual maneira, a reterritorialização em um dos valores que dificultam a produção de acontecimentos e a mobilização social: o medo que temos do outro.
Esta dissertação visa à análise e à compreensão de como e porquê funciona um trabalho de autogestão em comunidades na cidade de Pelotas/RS. Para isso, analisamos alguns valores instituídos e instituintes dessa organização, os quais são produzidos pelo processo de subjetivação. Os sujeitos de pesquisa são pessoas, maioria mulheres, que trabalham com a população há mais de vinte anos, principalmente com questões ligadas à medicina alternativa - plantas medicinais, preparo de medicamentos e saúde comunitária - e à autonomiaprofissional. Para tanto, utilizamos as metodologias da História Oral, da Pesquisa Etnográfica e da Sociopoética como complementares, sendo que a análise dos dados do diário foi realizada segundo elementos da análise textual discursiva. Pormeio do resgate escrito das histórias das comunidades conseguimos contextualizar como esses sujeitos vivem e encaram a realidade em seu processo de autogestão/auto-organização. Através da percepção do rizoma e da narrativada comunidade no presídio compreendemos como ocorre a produção de subjetividade. Percebemos que o que faz com que esse trabalho se perpetue por tanto tempo são os valores construídos pela Outridade no âmbito das três ecologias, construída nas relações de amor como cuidado. De igual maneira, a reterritorialização em um dos valores que dificultam a produção de acontecimentos e a mobilização social: o medo que temos do outro.
Bibliographical Information:
Advisor:Maria do Carmo Galiazzi; Alfredo Guillermo Martín Gentini; Valdo Hermes de Lima Barcelos; Ana Lúcia Souza de Freitas
School:Fundação Universidade Federal do Rio Grande
School Location:Brazil
Source Type:Master's Thesis
Keywords:educação ambiental não-formal EDUCACAO
ISBN:
Date of Publication:03/07/2008